Tudo ótimo!!
Que dia!!!
Quando estava em Rotterdam entrevistei um crítico brasileiro e quando comentei que so ficaria três dias ele disse: “Que pena, quando você estiver pronta para o Festival e o Festival pronto para você, vai ter que partir”. Desde então, janeiro, penso nisso. Como realmente o tempo é importante para tudo.
Digo isso porque hoje percebi que o Kleber tem toda razão e só depois de três dias em Cannes comecei a perceber o festival com mais tranqüilidade! O meu sábado foi ótimo!
E esse ótimo se divide em várias razoes:
1) Michael Moore: encantei com o documentarista americano. Que cara inteligente. Não sei se estava fazendo gênero, sei que simpatizei com o gordinho. Vou ver o filme dele neste domingo, mas já me disseram que é o melhor de todos os outros que já fez. Desta vez o diretor de Tiros em Columbine coloca literalmente o dedo na ferida e critica o sistema de saúde americano. Por causa do filme Moore esta sendo processado e pode parar na cadeia. Mas essa decisão so sai na terça-feira, até la ele quer desfrutar Cannes.
Logo na coletiva do Michael Moore comecei a entender o esquema: como sou um ser azul, ou seja, tenho a quase pior credencial, o melhor é chegar tipo uma hora mais cedo aí consigo entrar na sala tranquilamente. Fiz isso para a primeira, sai para comer alguma coisa e voltei logo. Aí quase montei barraca na sala da coletiva. É aquela coisa: daqui eu não saio, daqui ninguém me tira kkkkkkkkkkk.
Outra coisa que entendi: os meus professores tem razão quando dizem que todo critico é um fanático. Claro que nós, jornalistas culturais, tentamos disfarçar essa paixão sem limites que nos aproxima do que mais gostamos na vida, mas em uma situação assim, Cannes, a galera não esconde o lado tiete. Veja a foto. Só tem jornalista nessa sala, cada um de uma parte do mundo com suas câmeras em punho e ate pedidos de autógrafos depois. Eu tb entrei nessa, claro! Uma vez tiete, sempre tiete.
2) Leonardo di Caprio: minha ficha de estar em Cannes demorou um pouco para cair, é verdade. Mas na hora que o Leonardo di Caprio em carne e osso parou a poucos metros de mim, e eu como uma louca tentando tirar fotos é que me dei conta. Fico lembrando da ultima edição da Mostra de Cinema de Tiradentes quando a Mariana Ximenez apareceu no Largo da Ordem de surpresa. Que comparação ridícula, mas era com isso que eu estava acostumada. Lamentar pq o Caco Ciocler não foi a Curitiba, a Débora Falabela não deu as caras em Tiradentes. Aí no mesmo dia conheço Leonardo di Caprio, Javier Bardem, os Irmãos Coen, Michael Moore. É ou não é pra dar uma piradinha?
O Leo até nem tem uma beleza tão surpreendente como o Jude Law e o Jake Gyllenhaal, mas enfim, é o Leonardo di Caprio. Fiquei lembrando quando deu pau no Paladium no meio da sessão de Titanic. Olhava para ele, de verdade, ali, e ria, claro!! No final, quando enfrentei meus colegas em busca de um autografo e o rapaz rabiscou o meu caderno fiquei rindo ainda mais. Que coisa ridícula, ninguém vai acreditar que o Leonardo di Caprio rabiscou o meu caderno.
3) Até que enfim criei coragem e distribui os primeiros questionários da minha pesquisa. Conheci a repórter da Newsweek, muito simpática, amante do Brasil e tal. Ela respondeu! Amanha vou tentar reforçar isso!
Enfim esse texto esta ficando grande demais para os padrões Blogs. Apesar de estar publicado no domingo, ele foi escrito no sábado, as 22h55, num quarto de Albergue, em Nice, com uma koreana na cama ao lado.
Quando estava em Rotterdam entrevistei um crítico brasileiro e quando comentei que so ficaria três dias ele disse: “Que pena, quando você estiver pronta para o Festival e o Festival pronto para você, vai ter que partir”. Desde então, janeiro, penso nisso. Como realmente o tempo é importante para tudo.
Digo isso porque hoje percebi que o Kleber tem toda razão e só depois de três dias em Cannes comecei a perceber o festival com mais tranqüilidade! O meu sábado foi ótimo!
E esse ótimo se divide em várias razoes:
1) Michael Moore: encantei com o documentarista americano. Que cara inteligente. Não sei se estava fazendo gênero, sei que simpatizei com o gordinho. Vou ver o filme dele neste domingo, mas já me disseram que é o melhor de todos os outros que já fez. Desta vez o diretor de Tiros em Columbine coloca literalmente o dedo na ferida e critica o sistema de saúde americano. Por causa do filme Moore esta sendo processado e pode parar na cadeia. Mas essa decisão so sai na terça-feira, até la ele quer desfrutar Cannes.
Logo na coletiva do Michael Moore comecei a entender o esquema: como sou um ser azul, ou seja, tenho a quase pior credencial, o melhor é chegar tipo uma hora mais cedo aí consigo entrar na sala tranquilamente. Fiz isso para a primeira, sai para comer alguma coisa e voltei logo. Aí quase montei barraca na sala da coletiva. É aquela coisa: daqui eu não saio, daqui ninguém me tira kkkkkkkkkkk.
Outra coisa que entendi: os meus professores tem razão quando dizem que todo critico é um fanático. Claro que nós, jornalistas culturais, tentamos disfarçar essa paixão sem limites que nos aproxima do que mais gostamos na vida, mas em uma situação assim, Cannes, a galera não esconde o lado tiete. Veja a foto. Só tem jornalista nessa sala, cada um de uma parte do mundo com suas câmeras em punho e ate pedidos de autógrafos depois. Eu tb entrei nessa, claro! Uma vez tiete, sempre tiete.
2) Leonardo di Caprio: minha ficha de estar em Cannes demorou um pouco para cair, é verdade. Mas na hora que o Leonardo di Caprio em carne e osso parou a poucos metros de mim, e eu como uma louca tentando tirar fotos é que me dei conta. Fico lembrando da ultima edição da Mostra de Cinema de Tiradentes quando a Mariana Ximenez apareceu no Largo da Ordem de surpresa. Que comparação ridícula, mas era com isso que eu estava acostumada. Lamentar pq o Caco Ciocler não foi a Curitiba, a Débora Falabela não deu as caras em Tiradentes. Aí no mesmo dia conheço Leonardo di Caprio, Javier Bardem, os Irmãos Coen, Michael Moore. É ou não é pra dar uma piradinha?
O Leo até nem tem uma beleza tão surpreendente como o Jude Law e o Jake Gyllenhaal, mas enfim, é o Leonardo di Caprio. Fiquei lembrando quando deu pau no Paladium no meio da sessão de Titanic. Olhava para ele, de verdade, ali, e ria, claro!! No final, quando enfrentei meus colegas em busca de um autografo e o rapaz rabiscou o meu caderno fiquei rindo ainda mais. Que coisa ridícula, ninguém vai acreditar que o Leonardo di Caprio rabiscou o meu caderno.
3) Até que enfim criei coragem e distribui os primeiros questionários da minha pesquisa. Conheci a repórter da Newsweek, muito simpática, amante do Brasil e tal. Ela respondeu! Amanha vou tentar reforçar isso!
Enfim esse texto esta ficando grande demais para os padrões Blogs. Apesar de estar publicado no domingo, ele foi escrito no sábado, as 22h55, num quarto de Albergue, em Nice, com uma koreana na cama ao lado.
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